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Estudo revela perspectiva sombria para Brasília em 2060
Daqui a 50 anos, Brasília será a capital dos idosos, formará uma gigantesca área urbana com Goiânia, sofrerá altas taxas de desemprego e criminalidade e o tombamento será corrompido por soluções emergenciais para o transporte público. É o que aponta estudo preliminar de um grupo de pesquisadores brasileiros, caso persisita o atual modelo de desenvolvimento no Distrito Federal.
Brasília é a cidade com o maior PIB per capita do país. No entanto, a capital planejada também figura entre as 20 cidades do mundo com maior desigualdade social, segundo lista divulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas). De acordo com os pesquisadores, o crescimento desordenado aumentaria as diferenças entre as classes sociais. Como consequência, as taxas de desemprego e os índices de criminalidade subiriam.
!--break-->AtuAtualmente, a densidade de automóveis de Brasília - um milhão de veículos para três milhões de habitantes - já se equipara à da Grande São Paulo - 6 milhões para 18 milhões, respectivamente. De acordo com o estudo, a preservação das características originais do Plano Piloto será comprometida, pois alternativas para um transporte público eficiente obrigará alterações no tombamento. Uma possível restrição para a circulação de veículos na área central da cidade demandaria bolsões de estacionamento ou de um metrô elevado que modificariam a paisagem.
O Projeto BsB 100, que deve ser concluído até o fim do ano, usa dados e projeções de órgãos internacionais e nacionais, como IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ) e CGEE (Centro de Gestão de Estudos Estratégicos). O objetivo é fornecer bases para a formulação de políticas públicas e desenvolvimento de um plano estratégico para cidade e seu entorno.
O coordenador do projeto, Tadao Takahashi, especialista em Planejamento Estratégico da PUC-Rio (Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro) , elegeu seis áreas de alerta para a capital federal nas próximas cinco décadas: território, população, ciência e tecnologia, educação e juventude, economia, trabalho e emprego, governança e estilo de vida.
Com informações da Universidade de Brasília.
A estratégia de um dos maiores investidores em imóveis do país
por Giuliana Napolitano
O empresário Carlos Antunes, dono da rede de roupas masculinas Via Veneto, é um dos maiores investidores imobiliários do país. Na holding que criou para cuidar desses investimentos, a Fartaria Empreendimentos Imobiliários, tem cerca de 100 imóveis, comerciais e residenciais, localizados principalmente em São Paulo. Muitos deles são apartamentos de altíssimo padrão, de mais de 500 metros quadrados, que são alugados a executivos de multinacionais – por valores que variam de 18 000 a 40 000 reais por mês. Outros são mantidos para revenda – e os preços dificilmente são inferiores a 4 milhões de reais. Ironicamente, neste ano, Antunes tem encontrado dificuldade para comprar, vender e até alugar seus imóveis. “Tem sido um dos períodos mais difíceis desde a criação da Fartaria, há cerca de dez anos”, diz Nice Sampaio, responsável pelos investimentos de Antunes.
Por que, se o mercado imobiliário brasileiro passa por uma fase inédita de crescimento e valorização? “O problema é a alta dos preços, que em muitos casos ficaram abusivos. Isso deixa os imóveis de alto padrão caros demais, os compradores se retraem”, diz Nice. “Se a valorização continuar, é possível que o preço médio por metro quadrado em bairros bons de São Paulo chegue a 16 000 reais. Isso significa que um apartamento de 500 metros custaria 8 milhões de reais. É um preço que assusta.”
Outro problema, segundo Nice, é a incerteza sobre a tendência dos preços dos imóveis. “Como não se sabe se ainda há espaço para novas altas, ou se haverá quedas, muita gente prefere esperar para negociar. Inclusive nós”, diz. De acordo com a executiva, hoje, a Fartaria tem cerca de 20 imóveis “parados” – quatro deveriam ter sido alugados e estão vagos e 15 já deveriam ter sido vendidos.
O que garantiu os lucros dos investimentos de Antunes nesse período de – ao menos para os padrões do empresário – vacas magras, foram os imóveis que ele comprou em Salvador. Há cerca de um ano, ele comprou três apartamentos em condomínios de alto padrão no Horto Florestal e em Ondina. “Vendemos antes do lançamento com 100% de ganho”, diz Nice. “O perfil do comprador desse tipo de imóvel em Salvador é diferente do de São Paulo – em geral, são pessoas que estão comprando a segunda residência, políticos etc. E ainda há demanda.” Segundo ela, Antunes deve voltar a investir na cidade, provavelmente em quartos de hotéis.
Para encontrar os imóveis que quer comprar, Antunes costuma visitar empreendimentos quase todo fim de semana, segundo Nice. “Eu levanto as ofertas com corretores ao longo da semana e faço o gerenciamento da carteira, mas as decisões são dele”, diz. Nos últimos meses, as visitas ficaram um pouco menos freqüentes em razão da falta de imóveis de alto padrão. “A maioria das construtoras se voltou para imóveis mais baratos, para aproveitar os incentivos do governo e o aumento do crédito”, diz a executiva. “Mas pretendemos continuar nesse mercado. Achamos que essa fase vai passar.”
O Interactive Advertising Bureau (IAB) revelou na quinta-feira que as vendas de anúncio para internet nos Estados Unidos cresceram 7% no primeiro trimestre, marcando o segundo trimestre seguido de alta no setor. O faturamento de US$ 6,9 milhões é o maior para um primeiro trimestre, que normalmente é um período menos lucrativo por se seguir ao período de fim de ano.
Segundo o estudo do IAB, realizado em parceria com a PricewaterhouseCoopers, os varejistas estão investindo mais em anúncios na internet embalados pela volta dos americanos às compras. Os varejistas representaram cerca de 20% do total de anúncios on-line em 2009. No ano passado, o faturamento com anúncios caiu nos três primeiros trimestres, só se recuperando no último período do ano. Para David Silverman, da PricewaterhouseCoopers, embora ainda permaneça uma certa insegurança em relação à economia, o forte desempenho no início de 2010 representa “um sinal da vitalidade e saúde da mídia on-line”.
(Fonte: O Globo Online – 13/05/2010 -)
Ref.: Diferenciais Estado Imóveis para Incorporadoras e Construtoras
A comunicação e o relacionamento da incorporadora / construtora com os clientes finais é de fundamental importância para a agilidade das vendas e conseqüente melhoria do retorno sobre os investimentos.
As decisões de compra são cada vez mais racionais e menos emotivas. Compras por impulso geram vendas ruins com desistências, inadimplências, reclamações e até ações judiciais, que prejudicam ainda mais a lucratividade do empreendimento. Corretores não especializados, desprovidos de ferramental adequado, treinamento focado no público alvo ou de estratégia de venda adequada também são fatores pejorativos.
A tendência observada nas construtoras, de criação de imobiliárias internas (house) ou a formação de equipes para atuação em treinamento e orientação aos colegas, aumentam ainda mais os custos e reduz os lucros.
Concluímos então que, ao disponibilizarmos às incorporadoras e construtoras serviços como os que seguem relacionados, estas poderiam se preocupar com seus próprios “Business” e maximizar a rentabilidade dos seus empreendimentos.
Serviços prestados / equipes multidisciplinares compostas por especialistas:
a. Direito Imobiliário;
b. Marketing Imobiliário;
c. Operações Imobiliárias;
d. Financiamentos;
e. Assessoria jurídica e contratos;
f. Assessoria fiscal;
g. Treinamento dos corretores;
h. Equipe de corretores experientes em cada segmento de mercado;
i. Apoio logístico e administração do estande de vendas.
Tudo apoiado por sistemas informatizados, com total transparência e, principalmente, “Banco de Prospect” segmentado e potencializado.
A Estado Imóveis pode prestar estes serviços. Consulte-nos. Ficaremos honrados com a oportunidade de apresentarmos ante-projeto sem compromisso.
Cordialmente,
Renato Cunha
www.estadoimoveis.com.br
Índice Geral de Preços - www.henriimoveis.com
FGV: IGP-M desacelera para 0,85% em junho
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado para reajustar o preço de aluguéis, apresentou alta de 0,85% em junho, uma desaceleração ante a taxa de 1,19% apurada em maio. A informação foi anunciada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Até junho, o indicador acumula altas de 5,68% no ano e de 5,17% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M foi do dia 21 de maio a 20 de junho.
A FGV anunciou ainda os resultados dos três sub-indicadores que compõem o IGP-M de junho. O Índice de Preços por Atacado - Mercado (IPA-M) avançou 1,09% este mês, após subir 1,49% no quinto mês do ano. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M) apresentou deflação de 0,18% em junho, em comparação com o aumento de 0,49% no mês passado. Já o Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M) registrou taxa positiva de 1,77% este mês, em comparação com a elevação de 0,93% em maio.