SOMOS UMA EMPRESA EM EXPANSÃO, PROCURAMOS PARCEIROS CORRETORES PARA ESTE GRANDE DESAFIO DO MERCADO IMOBILIARIO,QUEREMOS TORNA UM GRANDE SONHO EM UMA REALIDADE DE SUCESSO SENDO QUE PARA ISSO CONTAMOS COM O ESPIRITO EMPREENDEDOR E A VONTADE DE SER UM VITORIOSO DE TODOS NOSSOS PARCEIROS VENHA FAZER PARTE DESTA HISTORIA.
EXTREMAMENTE NECESSARIO SER MOTORIZADO
ESTAMOS A SUA ESPERA
TEL 3022-7106 MARCO MOREIRA
GERENTE DE NOVOS NEGÓCIOS
PRECISA-SE CORRETORES QUE TENHAM EXPERIÊNCIA EM VENDAS OU CURSANDO TTI .
Já viram esta anuncio em algum lugar?
Você pode estar pensando que estou me referindo à concorrência desleal de outros corretores, mas não é bem assim, embora haja.
A profissão Corretor de Imóveis é gerida através de leis.
O corretor de imóveis tem que ter no mínimo 18 anos, ter cursado o segundo grau, fazer curso de TTI, fazer estágio de no mínimo 150h, que deve ser confirmado no CRECI, participar da Sessão Solene prestando juramento de honestidade, pagar um monte de taxas, ser fiscalizado sempre pelo CRECI, tendo que apresentar a carteira de comprovante de pagamento de anuidade, se submeter ao Código Civil, UFA.........!!!!!!.
Aí é que começa a concorrência, não com seus iguais que passaram pelas mesmas obrigações, mas sim por “corretores estagiários”.
Esses “corretores” se inscrevem em cursos de TTI, recebem a carteira de estagiário e iniciam a atividade de corretor de imóveis em imobiliárias que necessitam de mão de obra barata e até adiantam dinheiro para que o “corretor” conquiste a carteira de estagiário e comece a trabalhar.
Dirão alguns: mas eles têm um orientador que é obrigado a acompanhá-los.
É verdade, mas o problema é que esse orientador tem 5, 6 ou mais estagiários, normalmente é o gerente de equipe e só vai ao plantão exibir sua carteira do CRECI quando os fiscais da instituição aparecem e os estagiários que trabalham sozinhos, quando chegam os fiscais do CRECI fazem uma debandada infantil ou marginal não sei, até que o orientador chegue ao plantão.
Então as 150 horas de estágio que levariam no máximo 3 meses para se completar, transformam-se em 1 ano, prorroga-se por mais um tempo e o “corretor estagiário” continua a trabalhar por longo tempo, sem a menor responsabilidade de seus atos, sem o menor índice de conhecimento, sem recolher as taxas de anualidade.
Conheço alguns que são estagiários a 4 anos.
Será que você aceitaria ou confiaria ir a um consultório médico ou hospital para se consultar com um quartanista de medicina?
Não? Ora, não se preocupe, quando chegar a fiscalização de CRM eles sairão correndo, e ficarão escondidos até que o seu responsável chegue para assumir e resolver o problema.
Se um orientador perde o contato com seu estagiário pois ele desaparece e vai para outra imobiliária, se não der baixa no CRECI, quando o mesmo é pego pela fiscalização, é autuado e o orientador pode ser processado pelo Conselho de Ética do CRECI por facilitar trabalho de pessoas não registradas, podendo perder seu registro.
Será que não é hora de moralizar a nossa profissão, ou vamos tentar conseguir uma carteira de estagiário?
Vendas no setor imobiliário têm aumento de 32% na Grande JP
19-02-2010
Vendas no setor imobiliário têm aumento de 32% na Grande JP
Setor em expansão e grande perspectiva de crescimento
Ignorando a crise econômica, as vendas autofinanciadas pelas construtoras da Grande João Pessoa fecharam o ano passado com R$ 744,4 milhões, alta de 32% no faturamento em relação ao ano anterior (R$ 563,4 milhões). Em 2009, foram vendidas 3.366 unidades habitacionais, o que apontou para uma expansão de 25%.
De acordo com o tecnólogo em negócios imobiliários Fábio Henriques, responsável pela consolidação dos números do Sindicato da Indústria da Construção Civil em João Pessoa (Sinduscon-JP), houve aumento de 9% no metro quadrado na capital (R$ 2.341,61), enquanto nos bairros da orla, como Cabo Branco e Manaíra, o metro chegou a 11% de valorização (R$ 2.935,70).
O tecnólogo em negócios imobiliários Fábio Henriques esclarece que as cifras do levantamento não incluem as vendas de imóveis financiadas pelos bancos oficiais (CEF e BB), nem as transações de compra e venda de imóveis realizadas por particulares e de loteamentos, casas e residenciais horizontais.
“Os bancos oficiais se concentram mais com os financiamentos dos bairros periféricos da capital. Boa parte das vendas de apartamentos em João Pessoa ainda na planta foi obtida com a chegada de investimento de dinheiro retirado do mercado de ações. A crise financeira trouxe parte desse aporte para imóveis como forma de diversificar os investimentos”, detalha Fábio Henriques, que exerce há 19 anos a profissão de corretor de imóveis.
O autofinanciamento é o realizado diretamente entre a construtora e o adquirente, passando pelo corretor de imóveis, sem passar por financiamento bancário.
Em 2009, o valor médio dos 3.366 imóveis vendidos na capital chegou a R$ 204 mil contra 193,6 mil no ano anterior, alta de 5,37%, enquanto o índice da correção da prestação dos imóveis no autofinanciamento INCC (Índice Nacional da Construção Civil) no acumulado de doze meses foi menor que a inflação oficial, ficando em 3,31%. No ano passado, as construtoras ofereceram na Grande João Pessoa mais de 8,2 mil imóveis, que somados chegam a R$ 1,077 bilhão.
Os bairros que registraram o metro quadrado mais caro da capital foram Cabo Branco (R$ 3.911,60), Tambaú (R$ 3.232,44) e Altiplano (R$ 2.969,74), enquanto Expedicionários (52%) e Mangabeira (34%), registraram as maiores altas, com o metro quadrado custando R$ 2.219 e R$ 1.283, respectivamente nos apartamentos vendidos em 2009.
Como o setor está em expansão e as perspectivas da economia são de forte crescimento, Fábio Henriques estima que a projeção para 2010 é que as vendas autofinanciadas cresçam 35% e atinjam um bilhão de reais.
Fonte: Portal Paraíba 1
Entrevista: Fábio Henriques
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Incorporador necessita de grande área, em Camaçari (CASCALHEIRA), acima de 20.000m2 para construção de MINHACASA MINHAVIDA.
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Irineu