Mais do que assimilar técnicas de vendas, o profissional deve dominar várias áreas de conhecimento para fidelizar o cliente
Você é um profissional que conhece múltiplas áreas de conhecimento humano? Se a resposta for sim, você possui um perfil de um profissional 360º, ou seja, é aquele que procura dominar várias áreas de conhecimento para estabelecer vínculo e fidelizar o cliente.
No blog da Brognoli Negócios Imobiliários, o diretor de vendas, Marcos Alcauza, descreve no post “O novo corretor de imóveis”, as linhas de ação deste profissional. Somente os de primeira linha tem esse perfil, a começar pelo diferencial nas técnicas de vendas. “Eles se comunicam com o cliente via MSN Messenger, consultam seus perfis nas redes sociais, avaliam os imóveis considerando as características arquitetônicas, características construtivas no que diz respeito à qualidade e longevidade da edificação. Tudo isso influi na negociação.” comenta.
Para a gerente de Recursos Humanos da Brognoli Negócios Imobiliários, Anna Dágila S. Veiga, saber procurar e identificar um cliente potencial faz com que o corretor de imóveis tenha uma atitude mais pró-ativa, o que justifica a necessidade de ser “360º” , “Hoje as pessoas estão carentes de relacionamento. Por isso, o profissional que propicia um atendimento com qualidade e consegue captar a real necessidade do cliente, sai na frente nos negócios,” ressalta.
O caminho para o sucesso
Auto-percepção e atitude. Esta é uma das principais dificuldades para aqueles que almejam este perfil, na visão de Alcauza. “Isto dificulta a busca de métodos e conhecimentos necessários ao exercício pleno e qualitativo da atividade, cujo benefício é do cliente na qualidade do fechamento dos negócios e do profissional que vê seus honorários mudarem totalmente de patamar,” comenta.
Para Anna, as dificuldades permeiam mais no âmbito comportamental do que técnico dos profissionais. “O momento mais rico do negócio está no filtro na hora do atendimento. É nesta hora que são captadas todas as informações necessárias para oferecer o melhor negócio para o cliente. Só que não basta aguardar o cliente vir até o corretor, mas o corretor identificar onde o cliente está,” finaliza.
(Fonte – redeimob.com.br – 11/03/11)
Com o advento do programa Minha Casa, Minha Vida conseguiu-se, pela primeira vez na história do País, ajustar a oferta de produtos à demanda existente. O que quero dizer é que, em 2005, uma família com pretensão de adquirir um imóvel de R$ 60 mil precisaria ter, às condições daquela época, uma renda familiar de quase dez salários mínimos.
Hoje, o valor desse imóvel, corrigido pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), corresponde a R$ 83 mil, mas a necessidade de renda para financiá-lo caiu para apenas três salários mínimos.
Dessa forma, além de adequar demanda e oferta, o programa propiciou o ingresso no mercado de toda a população com renda entre 3 e 10 salários mínimos, isto é, milhares de famílias que, há apenas cinco anos, sequer podiam sonhar em adquirir uma casa própria.
O Minha Casa, Minha Vida mudou o paradigma de todo o mercado imobiliário, que ampliou seu campo de atuação graças às facilidades oferecidas para aquisição de habitações de interesse social e dos chamados imóveis econômicos. No ano passado, a Caixa Econômica Federal financiou 350 mil unidades por meio do programa. Em 2010, a estimativa é de que cheguemos a um número acumulado próximo de 1 milhão de unidades, todas elas construídas pelo mercado formal.
Trata-se de um volume considerável, especialmente levando-se em conta a história recente da habitação no País, quando a produção de moradias era irrisória. Porém, o total é apenas razoável em face das dimensões do País e da população que temos.
É por isso que o Minha Casa, Minha Vida veio para ficar, seja qual for o futuro governo, até porque os tributos arrecadados em função do formidável aumento de construções serão sempre suficientes para cobrir os subsídios fornecidos pelo programa.
Outro ponto importantíssimo a reforçar a continuidade do programa é que temos de resgatar a enorme dívida social representada por um déficit de moradias de cerca de 7 milhões de unidades. Além disso, é preciso suprir o próprio crescimento populacional.
Finalmente, e para adicionar um pouco mais de “tempero nesse molho”, temos a situação do envelhecimento da população no Brasil, o que representa um bônus demográfico que durará mais 15 anos. Ou seja, a população economicamente ativa está aumentando significativamente, gerando um acréscimo ainda maior de demanda para unidades habitacionais.
Mesmo ciente da necessidade de alguns ajustes nos valores do Minha Casa, Minha Vida, temos certeza que o programa terá vida extremamente longa, até atingirmos uma situação de maturidade no mercado habitacional brasileiro, principalmente no que diz respeito às classes sociais C, D e E, nas quais estão as principais oportunidades do mercado imobiliário para esta próxima década!
*MAURO PINCHERLE é diretor do Secovi-SP
(Fonte: Portal VGV – 03/01/2011)
O financiamento habitacional pode ganhar novo impulso com o pacote de incentivo ao crédito de longo prazo. Uma das medidas permitirá aos bancos fazer mais empréstimos utilizando os recursos da poupança.
Atualmente, as instituições financeiras são obrigados a direcionar 65% dos depósitos da caderneta para financiar a casa própria.
Quando não conseguem atingir esse patamar, a parte que falta é recolhida como depósito compulsório no Banco Central.
Se o banco “vende” parte desses empréstimos para reciclar os recursos, corre o risco de ser obrigado a recolher mais dinheiro ao BC.
A novidade é que as instituições terão agora 36 meses para “diluir” o impacto de créditos vendidos antes de ficarem desenquadradas.
“É um estímulo para o banco que não fazia isso <vender parte dos empréstimos> entrar nesse mercado e criar uma alternativa estratégica de captação <de dinheiro>“, afirma Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, maior securitizadora do país.
(Fonte: Clip Imobiliário – 17/10/2010)
Tempos atrás, alguns consideravam apenas como diversão. Hoje, as mídias sociais são mais que uma possibilidade de aproximar contatos pessoas. São com essas ferramentas que os profissionais dão grandes saltos na sua carreira, ampliam sua rede de contatos e realizam parcerias e negócios.
Não há nenhuma profissão que fuja disso. Conversamos com o sócio diretor da empresa especializada em mídias sócias I9 Social Media, Vinícius Mont Serrat, e segundo ele, aquele que não acompanhar as mudanças que rapidamente aconteceram com o avanço da internet e a revolução das mídias sociais, tende a ficar para trás. “Não só as empresas, mas também os profissionais que atuam no mercado e que querem construir uma carreira, independente da área, devem estar presentes de forma inteligente nas mídias sociais,” ressalta.
Maior aproximação com o público-alvo
Mais do que relacionamento, as mídias sociais aprimoram os serviços prestados pelo corretor de imóveis. “Saber usar cada ferramenta é de extrema necessidade. Um corretor, por exemplo, tem a oportunidade de aproximar de seus clientes através do Twitter, do Facebook, ou mesmo por quaisquer outros canais sociais, aprimorando assim seus serviços prestados. Isso só tem a contribuir para a carreira dos mesmos,” comenta.
O que o profissional do mercado imobiliário ganha se rendendo a essas mídias? Na visão de Mont Serrat, a resposta é simples: relacionamento, interação, constante absorção de informações de qualidade e relevância. “É isso que o cliente de hoje quer. Acompanhá-lo em suas mudanças de necessidades é fundamental para o corretor de imóveis que almeja destaque no mercado e sucesso em sua carreira. O profissional não deve apenas utilizar as mídias sociais em benefício próprio, visando construir oportunidade para sua carreira, mas também estar próximo de seu público-alvo, seja de seus clientes, parceiros, chefes, ou profissionais do mesmo ramo,” ressalta.
Construindo relações e bons negócios
Se tempos atrás, as pessoas mantinham seus contatos ativos, com as redes sociais não é diferente. Continua valendo o bom e velho networking. “Qualquer profissional pode criar uma base sólida nas redes sociais de forma profissional. Basta saber qual estratégia deve ser utilizada, como manter contato com sua rede, quem são as pessoas e empresas que lhe interessam, se tratando de negócios,” argumenta Mont Serrat.
Quando são as empresas que buscam essa ferramenta, o pensamento vai um pouco além. “É preciso conhecer não só as diversas ferramentas em mídias sociais, como também o dinamismo do universo em que a empresa quer atuar, e o seu público,” finaliza.
(Fonte: Redimob – 15/12/2010)